Não Há Vagas (1965), de Rubens Gerchman

O artista produziu uma série de pinturas em que representa pessoas do subúrbio, uma população esquecida, que raramente aparece na arte. Nessa obra, operários são retratados com os dizeres “Não há vagas”. Rubens Gerchman faz uso da crítica social com soluções gráficas de grande apelo popular, no caso, a pop arte brasileira. Os rostos não têm individualidade e o grupo de pessoas se acumula à direita da tela, dando a ideia de massa, de crise para uma maioria. O fundo em verde amarelo contrasta com a cor dos personagens em preto e vermelho.

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