Protagonismo dos alunos

A implementação de projetos de História de forma geral, mas especificamente do período da ditadura, integrada com a perspectiva da educação em direitos humanos, deve priorizar não apenas fatos, mas emoções e sentimentos. É preciso garantir que os estudantes se envolvam com as temáticas abordadas.

Por isso, o portal disponibiliza conteúdos em diferentes linguagens e documentos históricos, para que os estudantes não apenas absorvam informações, mas também adquiram suficiente espírito crítico para analisar textos, vídeos, áudios, imagens, obras de arte, no contexto em que foram produzidos. Também para que desenvolvam argumentos, estabelecendo relações entre as ideias e os eventos históricos, em um diálogo entre passado e presente, problematizando questões que, embora atuais, tenham surgido ou aconteçam em diferentes tempos históricos. E tudo isso não acontece se os estudantes não forem protagonistas de suas aprendizagens.

Assim, é importante que os diferentes projetos realizados em sala de aula proponham a produção dos alunos, envolvam tarefas de pesquisa e coloquem o jovem como protagonista de um conhecimento a ser produzido, ou seja, que ele investigue e construa posicionamentos sobre o tema com base nas fontes. O resultado dos trabalhos também pode ser divulgado no portal ou em blogs, abrindo diálogo com a comunidade extraescolar.

A seguir, algumas orientações sobre como encaminhar produções dos alunos:

Debate

Organizar um debate pressupõe um trabalho de pesquisa e a construção de ideias e argumentos que façam com que o momento de discussão se sustente. É necessário que os interlocutores do debate tenham um ponto de vista definido sobre o tema e se sintam capazes de defender suas ideias.

Para criar um debate em sala de aula, sugerimos os passos a seguir:

– Definição do tema, que deve ser formulado de forma a exigir pesquisa, reflexão e a defesa de um ponto de vista. É importante que o tema escolhido permita de alguma forma a discordância e a polêmica para que se possa provocar a necessidade de discutir pontos de vista conflitantes e criar argumentos a favor de uma posição ou outra;

– Organização da sala em dois ou mais grandes grupos, sendo que cada um deles terá de assumir posições diferentes sobre um mesmo tema. O grupo terá que desenvolver uma argumentação em uma direção, ainda que seus integrantes não concordem pessoalmente com essa tese. Cada grupo, com a orientação do professor, deverá realizar pesquisa sobre o tema para formular uma tese e argumentos do grupo sobre o tema em discussão. É importante que leiam textos, assistam a vídeos, observem imagens e façam registros de tudo o que pesquisaram para que, a partir daí, formulem sua tese e seus argumentos;

– Construída a tese e a linha de argumentos, o grupo deve escolher aqueles que devem defender publicamente esse ponto de vista. Neste momento, torna-se importante desenvolver a estratégia de exposição oral, pois o sucesso da argumentação também dependerá da capacidade do orador de fazer valer o seu ponto de vista. Por isso, é preciso estar atento ao tom de voz, à altura e à velocidade da fala, além da organização e do encadeamento dos argumentos para a exposição;

– É preciso também combinar as regras do debate: tempo de fala, réplica, tréplica, processo de participação do restante da classe;

Por fim, vale a pena fazer uma gravação em vídeo do debate para que depois se possam retomar alguns pontos com os estudantes e para avaliar o trabalho.

 

Criação de blogs, sites e fóruns virtuais

A criação de blogs, sites e fóruns pode ser uma oportunidade para levar os acontecimentos para além dos muros da escola, além de ser uma estratégia de sistematização e ampliação do que foi estudado na sala de aula.

Existem vários portais que fornecem ferramentas gratuitas para a criação de sites e blogs, entre eles o Wix e o WordPress. Esses portais possibilitam a qualquer usuário fazer um site ou um blog, mesmo que não tenha conhecimentos específicos de programação. O facebook permite a criação de grupos fechados que podem se transformar em fóruns de discussão sobre temas definidos pelo grupo.

A criação de um desses espaços virtuais deve ser parte do próprio processo de trabalho com o tema. Os assuntos, as pesquisas no portal, as discussões desenvolvidas durante as aulas devem ser dirigidos para a criação de conteúdos que depois serão inseridos nessa ferramenta virtual. Nesse sentido, torna-se um espaço de registro, partilha e diálogo em relação aos temas estudados. Existe ainda a possibilidade que internautas opinem e dialoguem com o grupo, enriquecendo o debate e ampliando o escopo do trabalho para além da sala de aula.

Para organizar tais espaços virtuais, podem ser seguidos os seguintes passos:

– Discussão e decisão coletiva com os alunos sobre como será esse espaço na internet: site da escola, aplicativo, blog, grupo no facebook;

– Decisão dos conteúdos que serão abordados e como estarão apresentados no espaço virtual. Para isso, eles terão o próprio portal como modelo. Por exemplo: se terá foco nas violações dos direitos humanos, então abordará a estrutura de repressão da ditadura, as torturas, os torturados. Ou irá abordar as diferentes dimensões do estudo sobre o período;

– Organização da turma em grupos e definição de tarefas específicas para cada um deles. O melhor é que os próprios grupos escolham a tarefa para a qual se sintam mais preparados ou propensos a realizar. Temos de ter pelo menos um grupo responsável pela produção dos textos e conteúdos do site ou blog. O ideal é que todos os grupos contribuam de alguma forma com o conteúdo. Pode haver um grupo responsável por imagens e vídeos, outro na montagem de animações, de jogos, e ainda outro se encarregue de criar e gerenciar o portal ou blog;

– Se for um site ou aplicativo, durante as atividades devem ser desenvolvidos os textos, que precisam ser revisados, deve ser feita uma pesquisa de imagens, pensar na apresentação, no que terá mais relevância, etc;

– Se for um espaço interativo, pode ser criada uma rotina de alimentação, que deve apresentar novos conteúdos toda semana, além de serem respondidos os possíveis comentários de internautas;

– Os alunos também podem criar uma conta no twitter para comunicar novas postagens e inserir informações em linguagem sintética (até 140 caracteres);

– É necessário também criar regras do que pode ou não ser postado, ou seja, definir uma linha editorial do site ou blog. É necessário também que se defina qual o publico alvo que pretendem atingir, pois isso determinará a linguagem visual e escrita a ser utilizada.

– Vale mencionar que esse pode ser um trabalho a ser realizado com duração indeterminada, uma vez que os temas podem se renovar e o site ou blog continuar em funcionamento.

Os mesmos procedimentos são válidos para a criação de grupos fechados em ferramentas como o facebook. No entanto, os recursos são mais limitados, uma vez que são sempre postagens específicas em um único formato, mas que podem incluir imagens, textos ou vídeos. A grande vantagem desse modelo é a facilidade de uso e acesso, sendo também uma ferramenta muito conhecida pelos jovens e pelo público em geral.

Sobre o uso de ambientes digitais na sala de aula:

BRAGA, Denise Bertoli. Ambientes digitais: reflexões teóricas e práticas. São Paulo: Cortez, 2013. Coleção Trabalhando com… na escola.

Produção de vídeo

Hoje em dia, a produção de vídeos ganhou muito mais visibilidade devido às facilidades tecnológicas presentes nos tempos atuais. É possível fazer vídeos a partir de smartphones e câmaras fotográficas de baixo custo com resultados bastante satisfatórios, tendo em vista que se trata de um trabalho escolar.

A produção de vídeos pode ser um trabalho em si mesmo ou fazer parte de outro projeto, como a criação de um blog, um site ou ainda a produção de reportagens.

Para produzir um vídeo é necessário realizar muito mais tarefas do que simplesmente se propor a realizar filmagens. A seguir, alguns passos para a criação de um vídeo:

Roteiro: É necessário primeiramente todo um trabalho de elaboração de um roteiro, o que pressupõe clareza dos objetivos e das ideias que alimentam essa produção. É preciso saber o tema central do vídeo e os argumentos que serão utilizados para comprovar a tese defendida pelos autores. Trata-se de construir as ideias-força que motivam a produção. O roteiro deve prever o conteúdo de cada cena e o encadeamento delas, antecipando também cenários, participantes e tudo mais que envolver o processo de construção das cenas. Uma possibilidade interessante de elaboração do roteiro é trabalhar com depoimentos de pessoas que viveram a ditadura civil-militar e fazer uma edição para ressaltar aspectos que considerem importantes;

Produção (locações, cenários e figurino): Com base no roteiro, um grupo precisa se dedicar a encontrar os locais adequados para a filmagem das cenas planejadas. Além disso, precisam providenciar os objetos, a mobília e os adereços necessários. Devem avaliar também qual a vestimenta adequada para os atores em cada situação. Vale mencionar que é possível improvisar muitas coisas sem custos e ter bons resultados. Basta estimular a criatividade;

Filmagens e edição: Depois das filmagens, vem o processo de edição, que pode ser feito a partir de programas como o Windows Movie Maker (veja aqui dicas sobre seu uso). Há ainda programas como o Magisto e o Video Spin, além do gratuito Light Works;

Divulgação: Após a finalização do vídeo, é preciso decidir sobre os meios de divulgação. Uma possibilidade é incluí-lo no youtube e fazer a divulgação pelas redes sociais. Não deixe de fazer também uma exibição na escola dos vídeos produzidos. Vale criar uma sessão de debate com os colegas e outras turmas da escola após a exibição;

Sobre a produção de vídeos na escola:

TV Escola. Oficina de produção de vídeos. Guia passo a passo para a produção de vídeos na escola.

Produção de revista temática, jornal mural e reportagens

Vários gêneros jornalísticos podem estar presentes na produção de propostas de fechamento dos trabalhos realizados com sequências didáticas. Os jornais e revistas são importantes meios de divulgação de informações e expressão de opiniões. Eles incluem diferentes gêneros em suas publicações, sendo os mais comuns: notícias, reportagens, entrevistas, editoriais e colunas.

A seguir, algumas indicações para a realização de um trabalho jornalístico:

Linha editorial e formato: Considerando o foco na produção escrita, será necessário primeiramente estabelecer uma linha editorial e um formato para a publicação. Pode ser um jornal mural, uma revista ou ainda um caderno de reportagens, entre outras possibilidades;

Público e linguagem: Após a definição de uma linha editorial, todos devem pensar em qual seria o público, na linguagem, no tamanho da publicação, tiragem, diagramação, custos, redação, editoria. É preciso criar uma produção que envolva vários conhecimentos, no caso, relacionados aos temas que circundam a ditadura civil-militar, como os direitos humanos, a tortura, as formas de resistência e os ecos contemporâneos de todo esse processo histórico. É fundamental também que os professores trabalhem de modo interdisciplinar e atuem como mediadores, pois ninguém pode de antemão definir o conteúdo da publicação sem a participação dos estudantes, que serão os organizadores da publicação e os redatores das matérias;

Produção: Chegamos ao momento de criar os textos, fotos, gráficos ou mapas que estarão presentes na publicação. Eles precisam ser elaborados de maneira criteriosa, sendo submetidos à crítica e à revisão. O professor certamente terá um importante papel na crítica ao que foi produzido, mas pode-se formar um grupo de alunos que tenham essa função específica;

Diagramação: É necessário criar também um grupo de diagramação da publicação. Existem programas específicos para essa função como o Publisher e o Adobe In Design. É possível criar diagramações mais simples, mas atendendo ao padrão de jornais e revistas utilizando processadores de texto como o Libre Office e o Microsoft Word;

Versão digital: Também é possível fazer uma publicação digital, por meio de um blog que reúna as matérias criadas pelos estudantes. Para isso, será necessário planejar o trabalho antes para que se possa produzir a publicação já com as especificações adequadas a um ambiente digital.

É essencial que a comunidade receba a publicação e opine sobre a mesma.

Sobre o uso de gêneros jornalísticos na sala de aula:

ALVES FILHO, Francisco. Gêneros jornalísticos: notícias e cartas de leitor no ensino fundamental. São Paulo: Cortez, 2011. Coleção Trabalhando com… na escola.

Dramatizações

As encenações teatrais permitem que os estudantes traduzam em uma linguagem artística os conhecimentos aprendidos por meio das informações presentes no portal Memórias da Ditadura.

Podem ser criadas cenas de curta duração que retomem temas estudados e acrescentem a visão dos estudantes sobre o tema. Trata-se de uma criação estética sustentada por um conjunto de ideias relacionadas à interpretação da vida social e política do passado e do presente. A seguir, alguns passos para a criação de dramatizações:

Roteiro: Um primeiro passo é a criação de um roteiro com base em uma ideia central que se queira valorizar e levar ao público. É necessário também estar atento ao perfil do público, avaliando qual a linguagem mais adequada, considerando que podem ser os alunos da classe, as famílias ou a comunidade;

Ensaio: Após a produção do roteiro, é preciso definir cenário, atores e haver algum período de preparação para desempenhar os papéis. Uma possibilidade adequada ao tempo de trabalho em sala de aula é propor a construção de pequenas cenas ou enredos de curta duração, uma vez que todas as etapas envolvidas no processo demandam grande esforço de preparação;

Apresentação: Por fim, procure criar oportunidades para que o trabalho seja apresentado para um público mais amplo. Uma possibilidade é filmar as apresentações e disponibilizá-las para serem vistas pela família e pela comunidade.

Sobre a produção teatral:

Programa Vamos Escrever, que orienta a produção de um roteiro teatral no ensino fundamental.

HELIODORA, Bárbara. O teatro explicado aos meus filhos. Rio de Janeiro: Agir,
2008.

Exposição oral

Uma exposição oral é um gênero textual que, nos dizeres de Sandoval Nonato Gomes-Santos, “agencia um conjunto amplo de textos, colocando-os em relação com outros textos, a fim de tornar público um assunto ou tema”.

Para realizar uma exposição oral é necessário que o estudante primeiro se coloque como um pesquisador que reúne informações em diferentes suportes e mídias para construir um argumento central que organize a sua exposição. Não se trata apenas de reproduzir informações presentes no portal ou em outras mídias e suportes. O estudante deve produzir suas perguntas que organizam a exposição, construir caminhos de busca para suas respostas, definir argumentos e aí criar uma apresentação para o público, que pressupõe uma interação.

Nesse sentido, é necessário também que se desenvolva a habilidade de falar em púbico, exercitando a fala mais desinibida e intencional, ou seja, que esteja de acordo com o objetivo de convencer as pessoas de um determinado ponto de vista. A exposição oral deve abrir espaço para o diálogo, estando os estudantes preparados para argumentar acerca das indagações dos colegas e do professor.

Sobre a exposição na sala de aula:

GOMES-SANTOS, Sandoval Nonato. A exposição oral nas séries iniciais do ensino fundamental. São Paulo: Cortez, 2012. Coleção Trabalhando com… na escola.

Quadrinhos

O primeiro desafio ao utilizar as histórias em quadrinhos na sala de aula é trabalhar com uma dupla linguagem: texto e imagem. Por isso, ao propor a criação de uma história em quadrinhos devemos adotar alguns procedimentos que facilitem a análise do conjunto da produção escolhida.

Criar histórias em quadrinhos também pode ser um excelente instrumento para trabalhar conceitos, produzir uma síntese ou simplesmente traduzir em outra linguagem um assunto estudado. Ao construir os quadrinhos, os alunos são obrigados a retomar conceitos, revisar assuntos já trabalhados e refletir sobre o tema enfocado. Precisam construir um enredo e elaborar conclusões para tornar a história viável.

Alguns passos para criar uma história em quadrinhos:

Ler quadrinhos: Sugerimos que leiam uma história em quadrinhos e observem alguns aspectos. Quanto à forma, os alunos podem analisar a expressão dos personagens, como se vestem, os cenários e os recursos gráficos utilizados. Quanto ao conteúdo, a caracterização psicológica dos personagens, a qualidade do texto, o vocabulário empregado, os sentimentos que desperta, se há estereótipos ou preconceitos. O aluno também deve mostrar domínio do enredo da história. Precisa saber recontá-la e explicar se há alguma mensagem ou conclusão embutida no que leu. Por fim, ele pode opinar sobre aquela história, fazendo relações com algum conteúdo estudado ou construindo uma interpretação crítica;

Roteiro: É necessário definir um tema e as ideias que sustentam a história que será construída. Deve ser previsto o conteúdo de cada quadrinho e criado o texto;

Desenho: Ao criar um desenho, está sendo proposta uma linguagem visual que também transmite ideias e causa um impacto no leitor. Por isso, é importante que seja pensada a linguagem a ser utilizada, assim como as cores escolhidas para compor os quadrinhos;

Apresentação: Publique os quadrinhos dos alunos na forma de livro, cartazes ou em algum espaço virtual. Peça também para que os alunos leiam os quadrinhos uns dos outros e produzam comentários. Retome os temas discutidos nas histórias, tendo em vista os temas estudados relacionados à ditadura civil-militar, os direitos humanos ou ainda baseado nas relações pensadas com o mundo atual.

Sobre a produção de quadrinhos na sala de aula:

RAMA, Angela; VERGUEIRO, Waldomiro (orgs.). Como usar as histórias em quadrinhos na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2004.

Cartazes

Produzir cartazes é uma atividade que propõe um esforço criativo de síntese, usando diferentes linguagens, por isso, pode ser denominado como um gênero multimodal. Em um cartaz podemos fazer uso de fotografias, desenho, pintura, texto, colagem, enfim, tudo que a criatividade permitir e a base do cartaz sustentar.

A seguir, alguns passos para a construção de cartazes no espaço escolar:

Análise de cartazes do período: Um primeiro passo é conhecer os cartazes produzidos durante a própria ditadura militar no âmbito da resistência. São preciosos documentos, alguns deles feitos por artistas que demonstram grande capacidade crítica e criativa. Alguns deles estão disponíveis no portal Memórias da Ditadura. Peça para os alunos observarem e analisarem a composição dos cartazes, a linguagem empregada, as técnicas em cada contexto, suas intenções e sua relação com o conteúdo. É importante analisar vários tipos de cartazes, com diferentes temáticas;

Projeto do cartaz: A produção de cartazes também exige a criação de um projeto pelos alunos que indique:

– Qual é o tema e o objetivo do cartaz que será produzido;
– O que ele irá comunicar;
– Qual é o contexto de comunicação, ou seja, se é um cartaz para chamar para um evento, para denunciar, para comemorar;
– Qual é o público que se quer atingir;
– Quais as técnicas empregadas e os materiais a serem utilizados para isso.

Fazer um esboço gráfico do cartaz, com os elementos que serão usados: texto escrito, gravuras, fotos, desenhos, letreiros, uso de cores, distribuição dos elementos no espaço. Criar pequenos estudos ou esboços da ideia para que se comece a verificar se o que foi pensado como projeto pode mesmo funcionar na prática;

Produção: Definidos os materiais e as técnicas empregadas, chegou a hora da execução do projeto. A oficina de produção de cartazes é a hora de colocar em prática o que foi projetado. No final, crie uma ficha técnica indicando autor, técnica empregada, materiais e título do cartaz, se houver;

Exposição: Não deixe de criar uma exposição dos trabalhos para o maior público possível. Convide a comunidade escolar e as famílias para ver as obras produzidas e debater o sentido delas.