Essa instalação surpreendeu o público ao transformar o cantor Roberto Carlos em um ícone religioso. O espectador precisava passar por uma catraca amarela e atravessar uma cortina vermelha para visualizar o altar com a imagem do artista, destacada por um contorno de neon. A obra ironizava o culto midiático às celebridades e fazia parte da atuação irreverente do Grupo Rex, coletivo que criticava o sistema de arte tradicional e propunha espaços alternativos às galerias, museus e publicações existentes como a Rex Gallery & Sons e o Rex Time.