Jardim de guerra

Conta a história de um jovem amargurado e sem perspectivas (Joel Barcelos) que se apaixona por uma cineasta e é injustamente acusado de terrorismo por uma organização de direita que o prende, o interroga e o tortura. Foi o filme mais censurado do cinema brasileiro, com 48 cortes. Em entrevista para a revista eletrônica Arte Capital, o diretor Neville d’Almeida conta que, “quando ficou pronto (…) é editado o tal do Ato Institucional nº 5 que cortava todos os direitos e liberdades civis. (…) o filme foi proibido, interditado e jamais exibido. Então eu lutei, mas não aconteceu”. Em sua carreira, produziu outros trabalhos que levaram multidões aos cinemas, como A dama do lotação (1975), Rio Babilônia (1982) e Navalha na carne (1997).

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