Em um ato de choque e denúncia, Cildo Meireles amarrou dez galinhas a uma estaca de madeira e, depois de encharcá-las com gasolina, incendiou-as vivas, em um ritual público de grande crueldade, criando um paralelo brutal com a tortura de presos políticos A obra desafiou os limites entre realidade e representação e foi considerada uma crítica brutal ao regime militar e ao desaparecimento de seus opositores promovido pelo Estado.